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Jp Accacio

São Paulo/SP 1976. Vive e trabalha em São Paulo/SP.

São Paulo/SP 1976. Vive e trabalha em São Paulo/SP. 

Produz trabalhos em fotografia, vídeo, instalação e performance. Sua pesquisa investiga a constituição e o movimento da imagem sob o prisma da construção temporal, espacial e da narrativa, e também as possibilidades de diálogo e coexistência entre linguagens, meios e tecnologias de diferentes períodos. Dentre os principais temas de seu interesse estão a criação de trabalhos híbridos que abrigam simultaneamente a imagem estática e em movimento, a confecção de narrativas temporais incomuns e insólitas, a convivência entre o analógico e o digital e as relações entre o espaço e o audiovisual, através da exploração e do uso de equipamentos e tecnologias diversas e de épocas distintas.

Vem participando de mostras individuais e coletivas no Brasil desde 2008 tendo obras exibidas em locais como Memorial da América Latina, Funarte, Museu de Arte de Ribeirão Preto, Museu da Imagem e do Som de São Paulo, Casa das Caldeiras, galerias de arte contemporânea e espaços independentes. Já exibiu e apresentou seus trabalhos nos Sescs Santos e Campinas, Red Bull Station, FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica e Casa da Luz dentre outros. Tem realizado residências artísticas pelo Brasil desde 2016. Possui uma obra (Céu de Céus, 2015) na Coleção de Arte da Cidade de São Paulo, sob guarda do Centro Cultural São Paulo.



Artista visual, fotógrafo e videomaker, graduado em Comunicação Social, especialização em Rádio e TV, pela FAAP - Fundação Armando Álvares Penteado, Pós-Graduado em Especialização em Comunicação e Práticas da Produção de Imagens: Fotografia e Audiovisual pela Universidade Mackenzie e Pós-Graduado em Fotografia pela FAAP.

 

Exposições Individuais

2018 - Por Enquanto É Tudo Isso, Casavoa, Rio de Janeiro/RJ

2017 - Isso Foi, É e Será, Qual Casa, São Paulo/SP

 

Exposições Coletivas

2019 - O que não é floresta é prisão política, Galeria Reocupa, São Paulo/SP

2019 - 12º SAC de SBC, Pinacoteca Municipal, São Bernardo do Campo/SP

2019 - FINDeART, Centro da Terra, São Paulo/SP

2019 - No dia primeiro, no nono andar, LAMB Galeria, São Paulo/SP

2019 - Experimentos expandidos, Casa da Luz, São Paulo/SP

2019 - Eclipse da Razão, Planetário do Ibirapuera, São Paulo/SP

2018 - 1º Salão KAAYSÁ de Artes Visuais, Galeria Rabieh, São Paulo/SP

2018 - FINDeARTe, Da Haus, São Paulo/SP

2018 - Festivau De C4nn3$, Aura Galeria, São Paulo/SP

2018 - Esquina, São Paulo/SP

2018 - re.gis.tro, Galeria Tato, São Paulo/SP

2017 - VII Mostra 3M de Arte Digital, Largo da Batata, São Paulo/SP

2017 - Programa de Exposições, MARP - Museu de Arte de Ribeirão Preto/SP

2017 - 5º Salon d’Automne França-Brasil, Memorial da América Latina, São Paulo/SP

2017 - Bienal Art Print Brasil, Atibaia/SP

2017 - 29º Inverno cultural UFSJ, São João Del Rey/MG

2017 - FINDeART, Da Haus, São Paulo/SP

2016 - Ocupação Aparelhamento, FUNARTE, São Paulo/SP

2016 - FINDeART, Da Haus, São Paulo/SP 2015

2016 - FILE – Festival Internacional da Linguagem Eletrônica, São Paulo/SP

2012 - Illuminotions, Brain4Ideas, São Paulo/SP

2008 - X- Filet, Casa da Xiclet, São Paulo/SP

2008 - Ser Urbano, Casa da Xiclet, São Paulo/SP

 

Apresentações e Performances

2018 - Friccional, Galeria Rabieh, São Paulo/SP

2018 - Luz de 5ª, Casa da Luz, São Paulo/SP

2017 - Improfest, Red Bull Station, São Paulo/SP

2016 - Tempestade, Casa das Caldeiras, São Paulo/SP

2016 - Tempestade, Oficina Cultural Pagú, Santos/SP - Cinerama, Sesc Campinas/SP

2016 - Cinema Apesar da Imagem, Da Haus, São Paulo/SP

2015 - Corpo Sub Corpo , Sesc Santos/SP

2015 - Cine Performa, Red Bull Station, São Paulo/SP

2015 - Cinepiscina, Sesc Santos/SP

2012 - Illuminotions, Brain4Ideas, São Paulo/SP

2008 - Slideluck Potshow, São Paulo/SP

 

Residências

2018 - Casavoa, Rio de Janeiro/RJ

2018 - Kaaysá, Boiçucanga/SP

2016 - Residência São Jerônimo, Belém/PA

 

Publicações

2015 - 1000 Folhas / editora Jubarte e Mugidor

 

Coleções Públicas

Céu de Céus - Coleção de Arte da Cidade, sob guarda do Centro Cultural São Paulo – CCSP

 

Outros

- Experimentos Expandidos / co-idealizador e co-curador da mostra de audiovisual expandido

- jurado do 23º Salão de Artes Plásticas de Mococa/SP

Exposição Isso Foi, É e Será 

Ananda Carvalho, 2017

Pode-se afirmar que as imagens estão sempre ao redor, mas realmente as observamos? Nesta exposição, Jp Accacio procura discutir as presenças imagéticas conjugando as ideias de paisagem, tempo e memória. Tanto suas fotografias como seus vídeos consistem em captações que variam entre algumas horas a alguns dias. Por meio de uma certa emulação irônica, seus trabalhos apresentam, de diferentes maneiras, sobreposições de acontecimentos.

A série que dá nome a exposição, Isso Foi, É e Será engloba fotografias do espaço privado. Nessas arqueologias da vida cotidiana, as imagens e os elementos que as compõem configuram-se como passagens. Tornam-se rastros de movimentos do dia-a-dia que inicialmente mostram-se desapercebidos. Na mesma sala, é exibida uma Máquina do Tempo, que imprime as parciais cronológicas da duração da exposição e as agrupa num percurso circular.

Os vídeos e fotografias da série Imagens que Mentem (Mais) ampliam o olhar para a cidade. Refletem sobre ciclos contínuos em que muitas vezes não se sabe quando começa o dia ou quando a noite acaba. A observação destas paisagens urbanas evidencia a diversidade de possibilidades de narrativas ou, ainda, o que acontece quando parece que nada acontece.

Por fim, Jp Accacio visita uma casa que estava há muito tempo fechada. A Linda Casa Fechada de Alexandre Sequeira consiste em uma videoinstalação produzida em uma residência artística em Belém. Nessa casa temporária, o artista explora as fantasmagorias da memória em conjunto com os registros do seu processo de criação.

Os trabalhos da exposição Isso Foi, É e Será buscam elaborar poeticamente a desmontagem de um relógio. Desmontagem que também é irônica, que brinca com a expectativa de congelar o tempo por meio da captação de imagens. E, se parece que as imagens estão sempre lá, há também outros pontos de vista para observá-las. E, o que importa são as possibilidades.

 

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