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Aura carolina de g es

Carolina de Góes

Jaboticabal/SP, 1979. Vive e trabalha em Porto Alegre/RS.

Estudou na Universidade de Brasília e na State University of New York, e atualmente estuda Artes Visuais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Foi membro do Fotoclube f/508, contribuindo para seus grupos de estudos e blog. Hoje, integra o Grupo de Estudos em Fotografia da Galeria Mascate em Porto Alegre. Participou de exposições coletivas e individuais em Brasília, Porto Alegre e Belém. Foi finalista do Situações Brasília – Prêmio de Arte Contemporânea (2012) e do Prêmio Diário Contemporâneo (2013 e 2014).

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Exposições Individuais

2014 – Praianas, Galeria Mascate, Porto Alegre/RS.

2013 – O Menor Metro Quadrado, Pinacoteca Café, Porto Alegre/RS.

 

Exposições Coletivas

2015 – No Tempo dos Alquimistas: Primeiras Receitas da Fotografia Analógica, MARGS, Porto Alegre/RS.

2015 – Animal, Galeria Mascate, Porto Alegre/RS.

2013 – Fotograma Livre -­‐ 7º FestFoto, Solar do Conde de Porto Alegre, Porto Alegre/RS.

2010 – Histórias, Memórias e Outros Resgates Fotográficos, Espaço Cultural Zumbi dos Palmares, Brasília/DF.

 

Salões

2014 – V Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia, Casa das Onze Janelas, Belém/PA (finalista).

2013 – IV Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia, Casa das Onze Janelas, Belém/PA (finalista).

2012 – Situações Brasília Prêmio de Arte Contemporânea do Distrito Federal, Museu Nacional do Conjunto Cultural da República, Brasília/DF (finalista).

Trecho extraído do texto Poéticas, conversões e territórios da fotografia

Mariano Klautau Filho e Marisa Mokarzel

 

Nesse universo contemporâneo tão atravessado por sucessivos enredos, muitas vezes incompletos, por prosseguirem infinitamente numa tessitura em constante processo, é comum sermos interceptados por diferentes personagens. Góes parte da premissa de que O Mundo é Pequeno, e assim constitui seus cenários miniaturizados, composto por nove quadros onde habitam personagens, envolvidos em cotidianas narrativas de um mundo rizomático que se revela cada vez mais impessoal. Cada quadro, uma frase, uma ironia, uma apropriação, um ready-made sob intervenção, no qual são testemunhados os deslocamentos dos microcosmos que se inter-relacionam, mantendo a independência de suas histórias.

(Texto de 2014. Disponível em: Catálogo V Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia - http://www.diariocontemporaneo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/catalogo-2014.pdf)

 

Trecho extraído do texto Paisagens Artificiais​

Mariano Klautau Filho

 

Carol de Góes faz um exercício plástico em Praianas. Imagens comuns do vasto espaço de uma praia popular têm suas cores quentes extraídas até resultar em imagens de uma brancura quase total. Ao rebaixar as cores, algo acontece substancialmente com a imagem e sua referência natural. O calor da praia muda para uma atmosfera glacial, e os personagens, grande quantidade de banhistas ressurgem de um anonimato e evidenciam-se em sua individualidade, mesmo à distância. Uma experiência formal, de feições pictóricas; e a invenção peculiar de uma natureza artificial, como é próprio de vários aspectos da fotografia.

(Texto de 2013. Disponível em: Catálogo IV Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografiahttp://www.diariocontemporaneo.com.br/wp-content/uploads/2013/12/catalogo2013.pdf)